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09/02/2014 - 02h15

Serviços em redes sociais são opção para criar negócio global

REINALDO CHAVES
DE SÃO PAULO

Milhões de pessoas compartilham textos, fotos e vídeos em redes sociais. Por que não criar formas de explorar isso comercialmente?

É o que estão fazendo start-ups (empresas iniciantes de base tecnológica) como a Stayfilm. A companhia cria animações a partir de imagens e vídeos postados em redes sociais. Ela tem 55 mil usuários em 99 países e gerou cerca de 60 mil filmes.

Seu presidente-executivo, Douglas Almeida, 32, conta que a ideia veio quando um amigo foi mostrar para ele as fotos de sua lua de mel. "Eram mais de 2.000 imagens. Ninguém tem paciência para isso."

A ideia para simplificar isso foi apresentada em 2010 para 40 amigos que acabaram virando sócios-investidores. No total, foram arrecadados R$ 3 milhões.

Adriano Vizoni/Folhapress
Douglas Almeida, da Stayfilm, criou um serviço a partir das fotos e vídeos das redes sociais e já atingiu 99 países
Douglas Almeida, da Stayfilm, criou um serviço a partir das fotos e vídeos das redes sociais e já atingiu 99 países

O serviço é gratuito, mas para este ano está previsto também o lançamento da plataforma em smartphones e vender vários tipos de publicidade, como animações patrocinadas por marcas.

A start-up Pergunter oferece formas de criar questões a partir de fotos e vídeos. Por exemplo, um usuário do Facebook pode mostrar a imagem de um prato de comida e questionar, no Pergunter, como melhorá-lo. Os outros darão seus palpites.

O presidente-executivo da companhia, João Paulo Costa, 30, criou a empresa na Europa, após participar da seleção da aceleradora dinamarquesa Startupbootcamp.

Atualmente há 3.500 usuários no Pergunter, que já postaram 5.000 questões (70% foram respondidas).

Por enquanto, a plataforma não tem receita, mas vai lançar um serviço para seus usuários encontrarem os produtos vistos e receberá uma porcentagem das vendas.

Marcelo Nakagawa, diretor de empreendedorismo da Fiap, destaca que a imensidão de conteúdo das redes sociais criou uma "ansiedade da informação", pois as pessoas não sabem como consumir tudo o que têm acesso.

"E é muito importante pensar global desde o início, já criar versões em inglês, isso dá mais valor para a marca e ajuda a conseguir investimentos e a competir."

 

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