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24/01/2016 - 05h29

Aplicativos 'fazem supermercado' e até compram direto dos fornecedores

CAIO ALFIERI
MARCIA SOMAN
DE SÃO PAULO

A era digital trouxe aplicativos que facilitam diversos aspectos do cotidiano. O novo alvo dos empreendedores são as compras em supermercado.

"Como consumidor, percebi que existia pouca oferta de delivery on-line de supermercado. Faltava uma janela de entrega mais rápida e adequada", diz o empresário Marco Zolet, 35, criador do Supermercado Now.

Na plataforma lançada em dezembro passado, o usuário faz o pedido e escolhe um supermercado de preferência. Um colaborador, denominado "shopper" (comprador em inglês), é acionado para ir até o local e adquirir os produtos da lista.

A entrega é feita na casa do usuário até duas horas após o pedido. É cobrada uma taxa de R$11,90, destinada inteiramente ao comprador.

Zanone Fraissat/Folhapress
SAO PAULO/SP BRASIL. 18/01/2016 - Marco Zolet, criador do Supermercado Now, que oferece uma plataforma na internet que faz as compras de supermercado, - local o Emporium.(foto: Zanone Fraissat/FOLHAPRESS, NEGOCIOS)***EXCLUSIVO***
O Supermercado Now oferece uma plataforma que permite ao usuário acionar um comprador remoto

"Os 'shoppers' são pessoas que estão fora do mercado de trabalho ou que procuram um complemento na renda", afirma Zolet, que tem dez colaboradores cadastrados.

O usuário paga ainda uma taxa sobre os produtos comprados no supermercado. Esse percentual, mais comissionamentos dos varejistas parceiros, é a principal forma de lucro da plataforma.

De olho no mesmo setor, a Home Refill propõe substituir os mercados.

O aplicativo, lançado em outubro, busca o produto diretamente no fornecedor, o que permite cobrar mais barato, diz seu criador, Guilherme Santos, 25. "Os mercados são obrigados a colocar uma margem alta para pagar as contas de manutenção do local."

Outra estratégia para baratear os custos é organizar a logística de entregas de acordo com a agenda de pedidos.

"Oferecemos uma economia de, em média, 35% em relação às lojas físicas e 60% em comparação às compras on-line", afirma Santos.

Em três meses de operação, diz o empresário, o negócio já reuniu uma base de 1.500 clientes.

 

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