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28/05/2012 - 07h00

DS3 tem a missão de reconstruir a imagem da Citroën

EDUARDO SODRÉ
DE SÃO PAULO

A Citroën sempre soube fazer compactos de pegada esportiva. Quem conheceu o AX GTI, que chegou ao Brasil em meados dos anos 1990, sabe disso. O problema era a falta de adaptação ao piso brasileiro e o despreparo da rede concessionária. O DS3 quer provar que os tempos são outros.

A novidade chega às lojas por R$ 79.990 e com a promessa de revisões a preço fixo, o que evita surpresas. Cabe à rede concessionária seguir a cartilha proposta pelo fabricante e não oferecer serviços extras desnecessários.

Ivan Ribeiro/Folhapress

Se a nova estratégia der certo, o DS3 tem grandes chances de sucesso no mercado. A exemplo de seu rival alemão Audi A1, o compacto francês tem desenho contemporâneo e jovial, bem diferente do estilo retrô do BMW Mini.

Mas há um ponto de interseção entre o carrinho inglês e o DS3: ambos usam o mesmo motor 1.6 turbo, com diferentes calibrações. O bloco foi desenvolvido pela parceria entre a PSA Peugeot Citroën e o BMW Group.

Ivan Ribeiro/Folhapress

A receita francesa privilegia o conforto. O câmbio manual de seis marchas tem relações mais longas que o habitual nesse segmento. Isso não prejudica o desempenho, como mostram os números obtidos no teste Folha-Mauá.

Quem viaja nos bancos dianteiros tem a impressão de estar em um modelo maior. O DS3 recebe bem o motorista, com bancos envolventes e de ajustes fáceis. Atrás, o espaço é limitado. É um carro para dois.

No lugar da suspensão dura dos esportivos Citroën de outrora, que transmitia baques secos ao transpor imperfeições no piso, entrou um conjunto mais maleável.

O consumo de gasolina, observado no computador de bordo, está dentro do esperado: o sistema registrou médias sempre próximas de 16 km/l na estrada, em velocidades entre 100 km/h e 120 km/h. Falta aferir o consumo de acordo com o Instituto Mauá de Tecnologia -um novo teste será feito em breve.

A marca espera vender cerca de 250 unidades por mês. É um número modesto, mas que condiz com a realidade de um fabricante que trabalha para reconstruir sua imagem.

Carolina Daffara/Editoria de Arte
 

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