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07/07/2013 - 02h00

Mais caro, Fiesta Sedan mira Honda City

Sueli Osório
Enviada a Campos do Jordão (SP)

Após uma interrupção de quase seis meses em sua importação, a Ford volta a trazer do México o New Fiesta Sedan, nas versões SE e Titanium. O objetivo da marca é posicionar o carro como um compacto premium.

O visual mudou em relação ao modelo anterior, com alterações na grade frontal, nas lanternas traseiras e na tampa do porta-malas. A linha de cintura é alta e ascendente, similar à dos cupês.

Divulgação
Linha de cintura é ascendente e alta, como em cupês
Linha de cintura é ascendente e alta; houve alterações na grade frontal, nas lanternas traseiras e na tampa do porta-malas

Sob o capô, o motor 1.6 está 15 cv mais potente, com 130 cv, e tem sistema de partida a frio que dispensa o tanquinho extra de gasolina comumente usado em carros flex.

"Essa versão continuará sendo importada do México, pois não terá o mesmo volume de vendas do hatch, que já soma quase 10 mil unidades emplacadas desde o lançamento, em abril", afirma Oswaldo Ramos, gerente geral de marketing da Ford.

MERCADO

O principal concorrente apontado pela montadora é o Honda City 1.5 (R$ 50.990), mas o modelo brigará mesmo é com Hyundai HB20S 1.6 (R$43.995) e Chevrolet Sonic 1.6 (R$ 53.890).

O carro vem equipado com motor 1.6, direção elétrica, vidros elétricos, freios ABS, airbag, controle de estabilidade e de tração, ar-condicionado digital e sistema multimídia Sync, que aceita comandos por voz.

O preço sugerido do Ford subiu 5% e parte de R$ 49.990 para a versão SE com câmbio manual. A Titanium manual começa em R$ 55.340.

Com caixa automatizada PowerShift de dupla embreagem e seis marchas, os preços ficam em R$ 53.640 (SE) e R$ 58.990 (Titanium).

Segundo Ramos, a Ford espera comercializar entre 800 e 1.000 unidades por mês - menos da metade da média dos líderes do segmento-, sendo a maioria da versão topo de linha, que deverá ter entre 60% e 80% do mix.

VIDA A BORDO

O interior tem bom acabamento, e é fácil encontrar a posição ideal para dirigir. O ponto negativo é o espaço disponível no banco traseiro, inferior ao da maioria dos rivais de mesma faixa de preço.

Uma pessoa com 1,70 m já encosta os joelhos no encosto do banco da frente se o ocupante dianteiro tiver a mesma altura. A cabeça também fica bem próxima ao teto.

Divulgação
Interior tem bom acabamento, mas pouco espaço para quem viaja no banco traseiro
Interior tem bom acabamento, mas pouco espaço para quem viaja no banco traseiro

No trajeto entre Campos do Jordão e Santo Antônio do Pinhal, com três ocupantes a bordo, o modelo mostrou agilidade e bom comportamento dinâmico. Permaneceu "colado" no chão mesmo em curvas mais fechadas.

No entanto, em alguns trechos de subida, faltou um pouco de fôlego ao modelo, sendo necessário recorrer a reduções de marchas.

Em breve, o carro passará pelas medições de consumo e desempenho no teste Folha-Mauá

 

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